Júnior Feitosa ganha força e se consolida como nome ligado ao eleitorado evangélico na disputa pelo Senado
Excelente advogado criminalista, pastor e dono de discurso firme e grandiloquente, candidato do DC amplia sua presença na corrida eleitoral e aposta na defesa de valores cristãos e na independência entre os Poderes
A corrida por uma das duas cadeiras do Acre no Senado Federal ganhou um novo componente com o crescimento da candidatura de Júnior Feitosa, advogado criminalista, pastor e uma das vozes de maior contundência do atual cenário eleitoral. Conhecido pela vasta capacidade de argumentação e pela facilidade em transitar entre diferentes públicos, Ribamar de Sousa Feitosa Júnior tem recebido apoio expressivo do segmento evangélico, especialmente da Assembleia de Deus em Rio Branco, a maior denominação evangélica do Estado.

Foto: Instagram
O excelente discurso o fez se aproximar desse eleitorado e culminou com que seu nome passasse a ser associado à defesa dos valores cristãos e lhe rendeu a imagem de “senador dos evangélicos”.
Nos últimos pronunciamentos, Feitosa adotou um discurso de forte conteúdo institucional. Em seis falas públicas, afirmou que pretende, se chegar ao Senado, trabalhar para conter o que considera excessos do Supremo Tribunal Federal e defender maior equilíbrio na relação entre os Poderes. “Não temo os poderosos”, tem afirmado ao apresentar uma candidatura que procura combinar independência, convicções pessoais e defesa dos interesses do Acre.
A retórica firme, aliada à experiência jurídica e à habilidade de comunicação, tem ajudado a projetar o candidato em uma eleição que promete ser uma das mais disputadas dos últimos anos no Estado.
Quem é Júnior Feitosa
Natural do Acre, Ribamar de Souza Feitosa Júnior nasceu em 9 de maio de 1982, é casado, pastor e advogado criminalista. Filiado ao Democracia Cristã (DC), disputa o Senado com o número 277. Sua trajetória eleitoral começou em 2020, quando concorreu à Prefeitura de Tarauacá pelo MDB e obteve 3.634 votos. Agora, seis anos depois da primeira experiência nas urnas, encara um desafio de outra dimensão: conquistar uma vaga no Senado Federal. Aos 44 anos, aposta na força de seu discurso, na interlocução com o eleitorado evangélico e na proposta de representar o Acre com independência para transformar sua candidatura em uma das forças competitivas da eleição.




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