Forbes Brasil: Com eleição de três governadoras, Brasil iguala recorde de representatividade feminina após hiato de 20 anos
A participação das mulheres na liderança dos governos estaduais brasileiros alcançou um novo marco após o resultado das eleições realizadas no último domingo (25). Duas décadas depois da última ocorrência semelhante, o país volta a ter três mulheres eleitas para governar unidades da federação em um mesmo ciclo eleitoral, repetindo o recorde registrado em 2006.

As governadoras Celina Leão (PP), no Distrito Federal, e @mailza.acre (PP), no Acre, garantiram a permanência no comando de seus governos por meio da reeleição. Elas se juntam a Raquel Lyra (PSD), reeleita em Pernambuco ainda no primeiro turno, formando o grupo de três mulheres à frente de executivos estaduais.
Além da reeleição, Celina Leão e Mailza Assis passam a integrar um marco histórico regional. Ambas se tornaram as primeiras mulheres eleitas para governar, respectivamente, o Distrito Federal e o Acre. Em Pernambuco, Raquel Lyra já havia alcançado esse feito nas eleições de 2022.
Brasil já viveu pico histórico de governadoras em 2024
Segundo informações publicadas pela Forbes Brasil, o país registrou neste ano o maior número simultâneo de mulheres no comando de governos estaduais. A marca foi alcançada em abril, quando mudanças provocadas pela renúncia de governadores que disputariam as eleições de outubro elevaram para cinco o total de mulheres à frente de executivos estaduais.
Naquele momento, ocupavam os cargos Raquel Lyra, em Pernambuco; Mailza Assis, no Acre; Celina Leão, no Distrito Federal; Fátima Bezerra, no Rio Grande do Norte; e Hana Ghassan, no Pará.
Em 2018, Maílza integrou a chapa vencedora de Gladson Cameli como vice-governadora nas eleições de 2022 e assumiu o governo após a renúncia do titular, vencendo meses depois seu adversário, o senador Alan Rick, com a maior votação da história do Acre.



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