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Rio Branco,11/01/2026

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    Bocalom termina 2025 como um dos piores prefeitos do País


    Bocalom termina 2025 como um dos piores prefeitos do País Imagem gerada por IA

    Em um levantamento nacional realizado pela AtlasIntel entre outubro e dezembro de 2025, a gestão dos prefeitos das capitais brasileiras foi avaliada por mais de 82 mil entrevistados. Os resultados revelam um cenário de contrastes: enquanto alguns gestores municipais conquistam altos índices de aprovação, outros enfrentam forte rejeição — e entre os piores colocados está Tião Bocalom, prefeito de Rio Branco (AC).

    Sua gestão se destacou negativamente: ônibus quebrados, ruas esburacadas, negacionismo administrativo, polêmicas e falta de água são as marcas nefastas de sua terrível administração.


    Os mais bem avaliados: liderança no Nordeste e Norte

    O ranking de aprovação é liderado por Eduardo Braide (São Luís, MA), com impressionantes 82% de aprovação, seguido por Dr. Furlan (Macapá, AP) com 78%, e Léo Moraes (Porto Velho, RO) com 75%. Esses prefeitos se destacam não apenas pela popularidade, mas também pela avaliação positiva de suas gestões: Braide, por exemplo, recebeu 72% de avaliações “ótimo/bom” em sua administração.

    Tião Bocalom: rejeição em alta e gestão mal avaliada

    Em contrapartida, Tião Bocalom figura entre os piores colocados no ranking. Com apenas 42% de aprovação, ele ocupa a 18ª posição entre os 26 prefeitos avaliados. Sua desaprovação é de 55%. Mas o dado mais alarmante está na avaliação de governo: apenas 13% dos entrevistados consideram sua gestão  boa”, enquanto 48% a classificam sua gestão em Rio Branco como “ruim ou péssima” — um dos piores índices do país.

    Veja: 



    Perfil da rejeição

    A desaprovação de Bocalom é consistente em diversos segmentos demográficos:

    - Entre os eleitores que votaram em Lula no segundo turno presidencial, 95.6% desaprovam sua gestão.

    - A rejeição é majoritária entre todas as faixas de renda, chegando a 88.8% entre famílias com renda entre R$3.000 e R$5.000.

    - Mulheres e jovens de 25 a 34 anos são os grupos com maior desaprovação, ultrapassando 89%.

    Isolamento político e desgaste público

    A pesquisa também sugere que Bocalom enfrenta um desgaste político acentuado, com altos índices de rejeição entre eleitores de diferentes espectros ideológicos. Mesmo entre os que votaram em Jair Bolsonaro, apenas 20.1% aprovam sua gestão, indicando um isolamento político que transcende alinhamentos partidários.

    Conclusão

    O levantamento da AtlasIntel escancara a polarização na qualidade da gestão pública nas capitais brasileiras. Enquanto alguns prefeitos colhem frutos de políticas bem avaliadas, Tião Bocalom enfrenta uma crise de imagem e de confiança pública. Com a proximidade das eleições municipais, os números revelam um desafio monumental para sua reeleição — se é que ela será cogitada.




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