Chapa mais antigo de Rio Branco expressa gratidão a Marcus Alexandre por valorização histórica da profissão
Considerada uma das atividades mais antigas e essenciais para o funcionamento urbano de Rio Branco, a profissão de chapa segue cumprindo um papel fundamental na movimentação da economia local. Apesar disso, passados vários anos, os trabalhadores relatam que poucas ou nenhuma iniciativa adicional foi adotada para melhorar suas condições desde então, o que reforça, ainda mais, o reconhecimento à gestão que efetivamente promoveu avanços concretos e deixou um legado lembrado com gratidão por quem vive do trabalho pesado todos os dias.

Um dos trabalhadores mais antigos da região da Corrente, na entrada de Rio Branco, o chapa Aclemar Afonso, com 25 anos de atuação, fez questão de reconhecer publicamente a importância da gestão do ex-prefeito Marcus Alexandre para a dignidade da categoria. Segundo ele, foi durante aquele governo que os chapas passaram a contar com uma estrutura mínima, incluindo um espaço coberto com banheiro, algo inexistente até então. O depoimento foi publicado originalmente pelo site Ac24horas, ao jornalista David Medeiros, qual é dado o devido crédito.

Aclemar relembrou que, antes da iniciativa, as condições de trabalho eram extremamente precárias. Muitos profissionais passaram pelo local ao longo dos anos sem qualquer apoio do poder público, alguns já faleceram, enquanto outros seguem contribuindo diariamente para o desenvolvimento econômico de Rio Branco e do Acre. Para o trabalhador, a ação da gestão Marcus Alexandre representou respeito e reconhecimento a uma profissão historicamente invisibilizada.
Os chapas atuam de forma autônoma, sem vínculo empregatício formal, sendo contratados conforme a demanda para descarregar mercadorias que chegam à capital. O valor recebido varia de acordo com o tipo e o volume da carga, e o serviço costuma ser realizado em grupo, geralmente entre cinco e seis homens. A média de ganho diário fica entre R$ 250 e R$ 300, valor que garante o sustento das famílias, mesmo diante de despesas fixas como aluguel, pensão e contas básicas.



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