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Rio Branco,03/09/2026

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Setembro Amarelo: “Não tem como falar de fibromialgia sem falar de saúde mental”, afirma Juliet Matos


Setembro Amarelo: “Não tem como falar de fibromialgia sem falar de saúde mental”, afirma Juliet Matos

Diagnosticada com fibromialgia e TDAH, a pré-candidata a deputada federal Juliet Matos aproveita o Setembro Amarelo para ampliar o debate sobre saúde mental, doenças crônicas e condições invisíveis. “Não tem como falar de fibromialgia sem falar de saúde mental”, afirma. A pauta está entre as principais bandeiras de sua atuação. Juliet também possui mais de 15 anos de experiência nos bastidores da política e participou da elaboração do Projeto de Lei voltado às pessoas com TDAH.


Juliet Matos, candidata a deputada federal / Foto: Instagram 

A relação entre fibromialgia e sofrimento emocional é respaldada por dados científicos. Estudo publicado no _JAMA Network Open_, que analisou 376 pesquisas, mais de 347 mil pessoas e 50 países, encontrou entre pacientes com fibromialgia algumas das maiores taxas de sintomas de depressão e ansiedade. Segundo a pesquisa, 54% apresentaram sintomas clinicamente significativos de depressão e 55,5%, de ansiedade. [JAMA Network Open](https://jamanetwork.com/journals/jamanetworkopen/fullarticle/2831134?utm_source=chatgpt.com 

Para Juliet, os números ajudam a dimensionar uma realidade que muitas vezes permanece invisível. A fibromialgia envolve dor persistente, fadiga, alterações no sono e limitações que podem interferir no trabalho e na rotina. Esses fatores podem afetar diretamente a qualidade de vida e o bem-estar emocional. Ao mesmo tempo, ansiedade e depressão podem estar associadas à experiência da dor e às limitações provocadas pela condição.

A experiência pessoal de Juliet se soma a mais de 15 anos de atuação nos bastidores da política e à participação na elaboração do Projeto de Lei relacionado ao TDAH. Para ela, falar dessas pautas também significa dar voz a quem passou anos tentando explicar uma dor que ninguém conseguia enxergar.

“Quando a dor não aparece em um exame ou não é visível para os outros, muitas vezes a pessoa passa a ser desacreditada. Eu sei o quanto isso pode ser solitário. É por isso que eu não quero apenas falar sobre essas pessoas: eu quero que elas sejam ouvidas e consideradas pelas políticas públicas.”

Juliet defende que esse cuidado envolva diagnóstico, tratamento, acompanhamento psicológico e acesso à informação.

Entre as poucas pré-candidatas à Câmara Federal que colocam essas pautas no centro de sua atuação, Juliet Matos defende que falar de saúde mental também é falar de dignidade e qualidade de vida. No Setembro Amarelo, ela reforça a importância de reconhecer não apenas a dor física, mas também seus impactos na vida de quem convive com uma condição crônica. "Não basta dizer que a pessoa precisa ser forte. Ela precisa ser acolhida, tratada e ter seus direitos garantidos.”, afirma.

Quem quiser acompanhar a atuação de Juliet Matos e conhecer suas pautas e projetos pode seguir a candidata nas redes sociais, pelo perfil \@‌julietmatos no Instagram.




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